fevereiro 07, 2005


SUBIDA AO MASTRO
Fotografia de Pedro SantosPosted by Hello

Galeria de Sabores

Não sei se foi por causa da Galeria LA MONEDA também ser restaurante, mas fiquei com um sabor na boca de ter andado todos estes anos a encher chouriços...

fevereiro 02, 2005

IMAGENS DE PODER 14 - CÓATL


CÓATL Posted by Hello

IMAGENS DE PODER 07 - OS CINCO ELEMENTOS


OS CINCO ELEMENTOS Posted by Hello

IMAGENS DE PODER 10 - SRI YANTRA 2


SRI YANTRA 2 Posted by Hello

IMAGENS DE PODER 09 - SRI YANTRA 1


SRI YANTRA 1 Posted by Hello

IMAGENS DE PODER 06 - LABIRINTO


LABIRINTO Posted by Hello

IMAGENS DE PODER 12 - CAOS, I CHING E O CÓDIGO GENÉTICO


CAOS, I CHING E O CÓDIGO GENÉTICO Posted by Hello

IMAGENS DE PODER 03 - MAKE-MAKE E O HOMEM PÁSSARO


MAKE-MAKE E O HOMEM PÁSSARO Posted by Hello

IMAGENS DE PODER 08 - O DRAGÃO


O DRAGÃO Posted by Hello

IMAGENS DE PODER 11 - SIDDHA - A ALMA LIBERTADA


SIDDHA - A ALMA LIBERTADA Posted by Hello

janeiro 18, 2005


CONVITE Posted by Hello

QUADROS NUMA EXPOSIÇÃO

Nunca percebi porque é que o tema de Mussorgsky, Quadros numa Exposição, sempre exerceu sobre mim um fascínio enorme.

Primeiro foi o álbum dos Emerson Lake & Palmer, Pictures at an Exhibition, que abriu as portas para os clássicos da Deutsche Grammophon com piano e orquestra, e depois para as partituras simples em piano, as peças originais sem os arranjos de Ravel.
Ainda cheguei a tocar no saxophone alguns temas, bastantes difíceis, podem crer! Belíssimos, mas uma carga de trabalhos para os tocar.

Chegou agora, finalmente, a vez de os Quadros que estão em Exposição serem meus. Será o cumprir de uma natureza, por vezes vislumbrada mas nunca assumida. O porquê reside nas minhas aspirações e cobardias. O querer está aqui e agora!

Quadros numa Exposição, os quadros compõem as “Imagens de Poder” e a Exposição é produzida pelo Leonardo, o criativo e motor do Restaurante/Bar LA MONEDA, que assume o seu papel de Ravel ao arranjar e orquestrar os Quadros numa Exposição que espero seja do agrado de todos.

Se por acaso não for...o problema é vosso. Eu, o Júlio arquitecto, gosto muito das telas do Júlio pintor. A sério!!!

Júlio Quirino - História Breve para uma Exposição

Júlio Jaime Borrêlho Quirino

Nasce no ano de 1953 em Lisboa, mais precisamente em Alcântara, no Largo do Calvário em frente ao cinema Promotora.

A família que o ajuda a crescer está ligada às artes gráficas e ao desenho, desde o avô que dominava a arte do desenho em pedra litográfica, ao pai que lhe ensinou os primeiros gestos do desenho a pastel e a tinta-da-china.

Cresceu com o cheiro das tintas das rotativas em Santa Catarina e com a proximidade das Belas Artes onde acabou por fazer o Curso Superior de Arquitectura em 1978.

Os estudos eram partilhados com colaborações profissionais no campo da fotografia de reportagem e de publicidade, como cartoonista no Jornal humorístico “O Coiso” juntamente com Mário Henrique Leiria, Carlos Barradas e tantos outros, ou como ilustrador ocasional e artista gráfico.

Acabado o curso de Arquitectura e o Festival de Jazz de Setúbal, onde concebeu e produziu todo o material gráfico e plástico e que marcaria o abandono temporário da faceta gráfica, começa o percurso profissional como Arquitecto embora sempre ensombrado com o fantasma das artes plásticas.

Amante de Jazz, vem pela mão de Rui Neves e do José Duarte a colaborar novamente como cartoonista na revista Pão Com Manteiga.

Em 1989 e após vários anos de cumplicidade criativa com o arquitecto e músico dos Ephedra, Paulo Viana, constitui a empresa Júlio Quirino & Paulo Viana arquitectos, o atelier ao qual ainda hoje está ligado profissionalmente e que tem no seu historial mais recente obras como o Fórum Almada, Fórum Aveiro, Edifícios Central Park, Espargal e vários conjuntos habitacionais e de Serviços.

Paralelamente com a actividade do atelier, mantém viva a chama inicial e pinta retratos e histórias dos amigos mais íntimos, por vezes a aguarela, outras a pastel e ainda outras a acrílico, médium que começa a estudar e a desenvolver técnicas várias de trabalhar em tela.

Em 1996 tropeça nos símbolos arquetípicos, seguindo a linha de Carl Jung e põe em prática uma abordagem quase Zen para os sintonizar e pintar.

Hoje, a série de símbolos representados como foram percepcionados encontra-se reunida na colecção “Imagens de Poder” exposta a partir de dia 03 de Fevereiro na Galeria/Restaurante LA MONEDA em Lisboa.